O designer Paulo Foggiato, vencedor do 1º lugar em Mobiliário do 23° Prêmio Design MCB, saiu no portal da Revista Caras ao lado do professor Giorgio Giorgi no evento de premiação.
Confira mais fotos AQUI .
O designer Paulo Foggiato, vencedor do 1º lugar em Mobiliário do 23° Prêmio Design MCB, saiu no portal da Revista Caras ao lado do professor Giorgio Giorgi no evento de premiação.
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Sustentabilidade agora deixa de ser palavrão, e ganha reconhecimento no principal concurso de Design Brasileiro.
O uso do Bambu é a base dos projetos do designer Paulo Foggiato, que acaba de ter tres projetos premiados na 23º edição do MCB, concurso promovido pelo Museu da Casa Brasileira do Estado de São Paulo.
Além de altamente resistente, o laminado de bambu tem um ciclo de vida mais curto que a madeira, e sua produção ainda aproveita resíduos para a cobertura de paredes.
A prática da sustentabilidade, não mais o discurso ou a intenção, foi a tônica desta última premiação de design do Museu da Casa Brasileira. “A premiação desse projeto sinaliza um uso concreto de materiais que causam menos danos ao ambiente”, diz Giancarlo Latorraca, diretor técnico do museu.Paulo Foggiato é arquiteto por formação e designer por paixão. Curitibano de nascença, mora em Campo Alegre-SC e desde 2006 vem pesquisando o uso do bambu em móveis e revestimentos .
É sócio e diretor de produtos da Oré Brasil, cuja linha de produtos leva sua assinatura.
Além disso, assina produtos para o Empório Beraldin, Plano de Luz, Salvatore, além de ter suas criações expostas no acervo do Prêmio Salão Design, Museu da Cadeira do Rio de Janeiro, e a partir de agora Museu da Casa Brasileira.
O caderno Imóveis da Gazeta do Povo do dia 29, traz uma página inteira dedicada ao Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, com destaque para as peças de Paulo Foggiato. Confira.
Exposição
Design paranaense em alta
Com 12 trabalhos expostos na mostra do 23º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira (MCB), Paraná se destaca pela utilização de novos materiais, como bambu, e releituras de peças clássicas
Publicado em 29/11/2009 | Rafaela Bortolin, especial para a Gazeta do Povo
O design paranaense está em alta. Pelo menos é o que mostra a exposição do 23.º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira (MCB), aberta ao público até o dia 17 de janeiro de 2010, no prédio do MCB, em São Paulo, e realizada com o objetivo de reconhecer e valorizar o design nacional. Este ano, o evento contou com 576 inscrições e foram selecionadas 69 peças entre mobiliários, utensílios e trabalhos escritos. Dessas, 12 são obras de designers ou empresas paranaenses, sendo que duas peças ficaram em segundo lugar e três obtiveram o primeiro lugar. “O Paraná realmente é um estado que se destaca pela experimentação de materiais e novas possibilidades de visual”, comenta Giancarlo Latorraca, diretor técnico do MCB.
O grande campeão do evento foi o designer curitibano Paulo Foggiatto. Morando em Santa Catarina há três anos, Foggiatto recebeu uma premiação tripla: foram três primeiros lugares na categoria mobiliário com a Poltrona Bambu #5, a Cadeira Lapa e a Mesa Demoiselle. “Nos três casos, o objetivo foi fazer um projeto de linhas simples e leves, capaz de ser uma solução atual e inovadora para o mobiliário”, explica.
As três peças são todas em laminado de bambu, material conhecido por ser resistente e sustentável. Segundo o designer, uma das preocupações da Oré Brasil, empresa da qual é sócio e para quem foram criados os produtos, é não utilizar outras madeiras, principalmente madeira de lei, na composição das peças. “Quando você corta uma árvore, deixa um buraco na floresta que só vai se reestabelecer depois de décadas. No caso do bambu, o ciclo é muito mais curto e a retirada é menos danosa para a natureza”, afirma.
Sobre o visual das peças, o designer comenta que a preocupação foi criar produtos que privilegiassem a ergonometria, sendo leves e altamente resistentes sem deixar de lado o conforto. “Além disso, o projeto contemplou um desenho bonito e bastante agradável tanto para quem vê quanto para quem usa”, diz.
Poltrona Bambu #5 prezou pela ergonometria para trazer conforto (Fotos: Museu da Casa Brasileira/Divulgação)
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Fonte: casa.com.br

Mobiliário - 1° lugar
Poltrona Bambu #5, Cadeira Lapa, Mesa Demoiselle
Design: Paulo Roberto Ceschin Foggiato
O conjunto da obra reflete rigor, tanto no desenvolvimento da tecnologia da laminação do bambu, quanto na sua exploração no universo do mobiliário, permitindo - por analogia - o resgate de soluções construtivas oriundas do amplo universo do móvel em madeira laminada (cadeiras), bem como de elementos estruturais do universo da arquitetura (mesa).

Cadeira Lapa, Poltrona Bambu #5 e Mesa Demoiselle, de Paulo Foggiato.
Na próxima terça-feira, dia 24 de novembro, às 19h30, será realizada a cerimônia de premiação e abertura da exposição dos melhores trabalhos da 23ª edição.
Museu da Casa Brasileira: Av. Faria Lima, 2705, Jd. Paulistano, São Paulo/SP
Visitação: De 25/11 a 17/01/2010; terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: De R$ 2 a R$ 4. Entrada gratuita aos domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (11)3032-3727 e www.mcb.org.br
O caderno Vitrine da Folha de S. Paulo de sábado, dia 14, traz uma matéria especial sobre o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira e destaca a poltrona Bambu#5 de Paulo Foggiato como 1º lugar na categoria Mobiliário. Confira!
DESIGN
Verde além do discurso
Não vale mais falatório: museu premia criações sustentáveis
DÉBORA MISMETTI
DA REPORTAGEM LOCALA prática da sustentabilidade, não mais o discurso ou a intenção, foi a tônica desta última premiação de design do Museu da Casa Brasileira.
Por exemplo: um dos móveis que dividiu o primeiro lugar nessa categoria é feito de laminado de bambu tratado naturalmente. Sua produção ainda reaproveita as sobras para revestir paredes. “A premiação desse projeto sinaliza um uso concreto de materiais que causam menos danos ao ambiente”, diz Giancarlo Latorraca, diretor técnico do museu.
Nas categorias de eletrodomésticos, utensílios e equipamentos de construção venceram as criações multifuncionais. Como a torneira Twin, de Ana Lúcia Orlovitz e Luiz Morales, produzida pela Duratex, que tem filtro de carbono. De um lado, sai água para lavar pratos. Do outro, para beber.
O primeiro lugar em iluminação foi para Fernando Prado. Sua luminária, produzida pela Lumini, fica apoiada ou fixada na parede, dispensando uma base larga. A cúpula de madeira pode ser travada na parte superior, no meio ou na parte de baixo, permitindo vários usos.
Os objetos selecionados e os premiados ficam em exposição no Museu da Casa Brasileira a partir do dia 25. A lista completa dos ganhadores entra hoje no site www.mcb.org.br. A entrega dos prêmios será dia 24.ONDE ENCONTRAR
Museu da Casa Brasileira av. Brig. Faria Lima, 2.705, Jardins, tel. (11) 3032-3727, São Paulo
Exposição: 25 de novembro a 17 de janeiro. Ter. a dom.: 10h às 18h
Fonte: Folha de S. Paulo

O arquiteto e designer Paulo Foggiato conquistou o 1º Lugar da categoria Mobiliário do 23º Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira com três de suas peças - Poltrona Bambu #5, Cadeira Lapa e Mesa Demoiselle. Esse é o prêmio de design de produto com maior longevidade, repercussão e seriedade em nosso país, considerado como o Oscar do design brasileiro.
Em 2009, foram recebidas 576 inscrições, vindas de todo o país, nas categorias: Mobiliário, Utensílios, Iluminação, Têxteis, Equipamentos eletroeletrônicos, Equipamentos de construção, Equipamentos de transporte, Trabalhos escritos publicados e Trabalhos escritos não publicados. Todas as categorias contaram com a modalidade Protótipos.
Os critérios utilizados pelo júri foram os mesmos que sempre guiaram a premiação mais conceituada do design brasileiro: originalidade, concepção formal, inovação tecnológica, adequação ao mercado, viabilidade industrial, qualidade e segurança, e proteção ambiental. A prática da sustentabilidade, não mais o discurso ou a intenção, foi o enfoque principal desta última premiação de design do Museu da Casa Brasileira. “A premiação desse projeto sinaliza um uso concreto de materiais que causam menos danos ao ambiente”, diz Giancarlo Latorraca, diretor técnico do museu.
As três peças que dividem o primeiro lugar do prêmio, produzidas pela Oré Brasil em Campo Alegre-SC, são feitas de laminado de bambu tratado naturalmente. O bambu é uma planta altamente sustentável, seu crescimento rápido faz com que absorva até 62 toneladas de CO2 por hectare plantado ao ano. Além disso, a empresa ainda reaproveita as sobras para a produção de revestimentos.
“Para mim, esse prêmio é como uma recompensa de 4 anos de muita pesquisa e trabalho árduo, para chegar até aqui. O mais importante é o reconhecimento de todo esse esforço”, diz Paulo Foggiato. O designer comentou que pensava positivo com relação ao resultado, mas não nega que o 1º lugar com as 3 peças foi uma grande surpresa.
Confira a lista com o resultado do Prêmio Design do MCB AQUI